terça-feira, 15 de abril de 2008

Contribuições

DOM

SERPENTEIO
OS SONS
AS CANDEIAS
ATEMPORAL??NÃO IMPORTA
SEJA UIVO OU GANAS
DISSIMULO OS PARTOS
DE MINHAS IDÉIAS
AOS QUANTOS OU CANTOS
QUANTOS FEITOS E AFORISMOS
SERIAM MÉRITOS
JA NÃO POSSUO ESSE DOM

MARCIA MEC

segunda-feira, 10 de março de 2008

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Vida
Por esses dias me perguntaram na rua o que eu achava da vida , sei lá nunca realmente parei pra pensar sobre ela, engraçado né a vida está cada vez mais corrida , tempo pra correr atrás do dinheiro , tempo pra isso tempo pra aquilo , mais e a vida será que temos vivido será que temos buscado viver realmente a vida ou será que temos sido escravos daquilo que pensamos ser a vida , uns vivem alienados com a tv , outros voltados para coisas futéis da vida , já outros vivem atolados nos vícios da vida sexo , drogas... enfim e uma sucessão de coisas que aprisionam a gente nessa vida , para uns a vida e complicada demais , para outros e simples ao extremo , mais aonde está a vida , aonde está o sentido dela , será que temos vivido ela ,será que temos vivido com intensidade a cada minuto a cada instante , e complicado falar da vida , pensar sobre ela , viver então poxa vida nem se fala , mais que nós possamos a vive-la com fé , amor e sobretudo com respeito para com ela , porque derrepente ela está passando..

Fabricio

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

Contribuições



PÓ e CINZA

Falas, então, de cores?

dores?

dissabores?

Você é preto

ou é branco.

Falas de temores?

horrores?

amores ?

Eu ... perto.

Você ... longe.

Fizeste-me pó.

E eu - apenas -

era cinza.


Texto : TANINHA NASCIMENTO

Fotnte : http://norastrodapoesia.blogspot.com/

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

Contribuições

Paráfrase

Houve um tempo em que a janela de seu quarto abria-se à leve brisa da noite e aos mistérios da vida. Em que estrelas incandescentes contavam-lhes histórias interminavelmente compridas. Em que nuvens formavam-se, no céu, desenhando páginas e mais páginas em gotas embevecidas.

Houve um tempo em que ela escrevia longas cartas de amor. Em que recortava e colava figurinhas junto ao texto. Em que selava, tão dulcíssima e secretamente, sinceros sentimentos em tão precioso e esperado beijo.

Houve um tempo em que flores eram lançadas ao mar; aviõezinhos à própria sorte; barcos à maré alta; sonhos perdidos, ao luar, em cinza mágica...

Houve um tempo em que eclode a dor da espera, e o silêncio torna-se único pranto possível. Em que a dúvida tinge códigos vis em pergaminhos indeléveis, e só resta-lhe, enfim, saber-se sozinho.

Houve um tempo em que o texto resumia-se à paráfrase:
– Beijos, abraços e declarações de amor!...

Hercília Fernandes

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

Contribuições


Altar

E pensar que eu
já tive, nas
mãos, os
manuscritos
originais de
Baudelaire.
E pensar que ouvi
alguém
recitar,
por uma noite inteira,
de cor,
versos completos de
Antero de
Quental.
E pensar que eu
depositei,
clépsidras e esperas
num altar de pedra
para Camilo
Pessanha.
E pensar que atirei ao chão
meu cigarro Souza Cruz
homenageando Cruz
e Souza,
in memorian.
E pensar que eu já ouvi
lapsos e lampejos
de Mário de Sá
-Carneiro,
declamando, com sua
enfastiada voz,
um único texto,
por um dia inteiro.
E pensar que eu
já disse ao Fernando
Pessoa: "Meu camarada,
tome a minha frente,
somente nesta manhã"

Marcelo Novaes

Texto: Marcelo Novaes
http://olugarqueimporta.blogspot.com/

Imagem:
Marília Assis
http://www.flickr.com/photos/marilia_assis

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

Copo Vazio



Chico Buarque - Copo Vazio

É sempre bom lembrar
Que um copo vazio
Está cheio de ar.

É sempre bom lembrar
Que o ar sombrio de um rosto
Está cheio de um ar vazio,
Vazio daquilo que no ar do copo
Ocupa um lugar.

É sempre bom lembrar,
Guardar de cor que o ar vazio
De um rosto sombrio está cheio de dor.

É sempre bom lembrar
Que um copo vazio
Está cheio de ar.
Que o ar no copo ocupa o lugar do vinho,
Que o vinho busca ocupar o lugar da dor.
Que a dor ocupa metade da verdade,
A verdadeira natureza interior.

Uma metade cheia, uma metade vazia.
Uma metade tristeza, uma metade alegria.
A magia da verdade inteira, todo poderoso amor.
A magia da verdade inteira, todo poderoso amor.

É sempre bom lembrar
Que um copo vazio
Está cheio de ar.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2008

Contribuições

"eu sei q determinada rua q eu ja passei não tornara ouvir o som dos meus passos,
cada vez q eu m despeço d uma pessoa, pode ser q essa pessoa esteja m vendo pela ultima vez, a morte surda caminha ao meu lado, eu não sei em q esquina ela vai m beijar...com q rosto ela vira? sera q ela vai m deixar acabar o q tenho q fazer? ou sera q ela vai m pegar no meio d um copo d whisky? Sera q ela vai me esperar apagar o cigarro no cinzeiro? Vira antes d encontrar a mulher, a mulher q m foi destinada e q esta em algum lugar m esperando embora eu ainda não a conheça?!!! O morte, tú q és tão forte, q mata o rato o gato e o homem...vista com sua mais bela roupa quando vier m buscar...q meu corpo seja cremado q minhas cinzas alimente a erva e q a erva alimente outro homem como eu, pq eu continuarei neste homem nos meus filhos, numa palavra rude q eu disse para alguem q eu não gostava e ate no whisky q eu terminei d bbr aquela noite..."


Foto: MELKS MARKS
Texto :
Raul Seixas

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

Contribuições


Logo eu me canso... Andei, e minhas pegadas não são as mesmas... Quando me deitei, lembrei de cada letra, cada toque... E fiz promessas... Orei e pedi... Implorei para que as marcas ainda estivessem lá... Para que eu nunca me perdesse e assim pudesse voltar... volta AR...


domingo, 3 de fevereiro de 2008

Contribuições



Aprendendo a ser feliz!!!!

Aprendi que o amor não acontece e nem começa através de doces palavras e de boas intenções...
E sim com a vontade de estar junto...
De esperar acontecer..
O amor nasce com a convivência...
Desfrutando do respeito mútuo..
Ele constrói e une com o próprio tempo!
E não basta apenas dizer as palavras: Eu te amo!
Precisa caminhar até lá...

Lucyllú

FOTO:Lucyllú